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Já há datas para a Feira do Livro de Lisboa

A Feira do Livro de Lisboa regressa ao Parque Eduardo VII entre 27 de maio e 14 de junho de 2026, já anunciou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).
Durante quase três semanas, o maior evento literário do país volta a reunir editoras, autores e leitores no centro de Lisboa.
Na última edição, passaram pela Feira entre 800 mil e um milhão de visitantes, distribuídos por 350 pavilhões e mais de 960 marcas editoriais, com cerca de 3.400 eventos culturais.
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Ponta Delgada seá Capital rPortuguesa da Cultura

Ponta Delgada dá o primeiro passo como Capital Portuguesa da Cultura a 29 de janeiro, com o arranque oficial marcado para o Coliseu Micaelense. A cidade açoriana inicia assim um ano dedicado à criação artística e à participação cultural, sucedendo a Aveiro, em 2024, e Braga, em 2025, e antecedendo Évora como Capital Europeia da Cultura.
A abertura faz-se com o espetáculo Deixa Passar a Vida, apresentado em duas sessões no mesmo dia. A primeira, de carácter institucional, decorre às 11h00 locais (12h00 em Lisboa). A segunda acontece às 19h00, com entrada gratuita, mediante levantamento prévio de bilhetes.
O espetáculo tem direção artística de António Pedro Lopes e inspira-se no poema “Ode à Paz”, de Natália Correia. A proposta passa por criar uma experiência imersiva, convocando diferentes sentidos e colocando o público num espaço de escuta e presença coletiva.
A programação do primeiro trimestre da Capital Portuguesa da Cultura em Ponta Delgada está ainda a ser fechada e será apresentada publicamente a 27 de janeiro, também no Coliseu Micaelense. A iniciativa conta com a comissária Katia Guerreiro.

Beja prepara-se para entrar definitivamente no mapa da 9.ª arte. O Museu de Banda Desenhada de Beja deverá abrir ao público em 2027, num investimento superior a 1,2 milhões de euros, com financiamento comunitário já assegurado.
De acordo com informação avançada pela RTP, com base num comunicado da autarquia e declarações à Agência Lusa, o projeto prevê a reabilitação de um edifício devoluto no centro histórico da cidade, adaptado para receber o novo equipamento cultural.
Paulo Monteiro, diretor da Bedeteca de Beja e do Festival Internacional de Banda Desenhada, explicou que o futuro museu parte já de um acervo significativo, que atravessa mais de século e meio de história da banda desenhada, desde meados do século XIX até ao início do século XXI.
O espólio inclui cerca de 1.500 pranchas originais, além de guiões, materiais de desenho, fotografias, manuscritos e correspondência de quase uma centena de autores portugueses, entre os quais Rafael Bordalo Pinheiro, Stuart de Carvalhais e Carlos Botelho.
Uma série sobre ópera contemporânea na RTP2

A ópera está viva, inquieta e cheia de perguntas para fazer. É isso que prova Opera. Now, uma série documental em seis episódios que desmonta a ideia da ópera como arte distante ou cristalizada no passado e a apresenta como um território vibrante de criação, debate e imaginação.
Apresentada pelo compositor Vasco Mendonça, a série convida o público — mesmo quem nunca entrou numa sala de ópera — a espreitar os bastidores da ópera do século XXI. Ensaios, conversas informais e processos criativos revelam como nascem algumas das obras mais marcantes do nosso tempo.
Com um tom descontraído, acessível e visualmente envolvente, Opera. Now acompanha artistas de referência internacional enquanto enfrentam temas bem contemporâneos: política, tecnologia, identidade, violência ou intimidade. Tudo explicado sem solenidade excessiva, mas sem simplificações.
Ao longo dos episódios, surgem testemunhos exclusivos de figuras como os compositores György Kurtág, Kaija Saariaho e George Benjamin, os escritores Martin Crimp e Sofi Oksanen, os encenadores Simon Stone e Pierre Audi, ou intérpretes como Barbara Hannigan e Julia Bullock.
Segunda-feira às 21h00, na RTP2. Disponível também na RTP Play.
Prémio LeYa 2026: abertas as candidaturas

Estão abertas as candidaturas ao Prémio LeYa 2026, uma das mais relevantes distinções literárias em língua portuguesa. Criado em 2008, o prémio destina-se a romances inéditos e volta a apostar na descoberta de novas vozes, com um valor pecuniário de 50 mil euros.
Atribuído pelo LeYa, o prémio aceita obras de tema livre, escritas em português, por autores de qualquer nacionalidade. Os originais podem ser submetidos até 30 de abril de 2026, até às 23h59, através da plataforma oficial do concurso.
O processo de seleção mantém um dos princípios que tem marcado o Prémio LeYa desde o início: a avaliação anónima. Os manuscritos são analisados por um júri independente, composto por especialistas da área literária, sendo a identidade dos autores revelada apenas após a decisão final.
O anúncio da nova edição surge depois de, em novembro, o júri ter atribuído por unanimidade o Prémio LeYa 2025 ao romance A Sombra das Árvores no Inverno, da escritora Carla Pais.
Ao longo dos anos, o prémio distinguiu obras que se tornaram referências no panorama literário contemporâneo, como Torto Arado, de Itamar Vieira Junior, As Pessoas Invisíveis, de José Carlos Barros, ou Pés de Barro, de Nuno Duarte.
Consulta aqui o regulamento.