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De A Sul a Carlão — os lançamentos e discos em pré-venda
Os últimos lançamentos musicais e os discos já em pré-venda. Estas são as nossas sugestões quinzenais Para Ouvir.
QUER QUER QUER
A Sul

QUER QUER QUER marca a estreia discográfica de A Sul, projeto de Cláudia Sul, a vencedora na categoria Música dos Novos Talentos FNAC 2023. Editado pela Cuca Monga, o álbum reúne os singles Gin, Tela e Metáforas e apresenta-se, nas palavras da autora, como “um exercício de aceitação, mas também de confronto”. Gravado entre os estúdios da Cuca Monga e Vale de Lobos, o disco será apresentado ao vivo a 22 de abril, na Casa Capitão. A Sul integra também o cartaz do MEO Kalorama, a 28 de agosto. Já disponível.

Trinta anos depois do concerto no mítico Johnny Guitar, os Corrosão Caótica recuperam um registo ao vivo que permaneceu “esquecida numa cassete, resguardada no tempo mas à espera do momento certo para regressar”. Ao Vivo no Johnny Guitar 1995, editado pela Rastilho Records, fixa a atuação de 5 de junho de 1995, no ano em que a banda cessou atividade. “Mais do que um documento sonoro, este disco é um espelho daquilo que a banda denunciava em palco”, lê-se na nota de imprensa. Formados em 1988 por Rui Lucena e Miguel “Zé Gato”, editaram a maquete Mais Uma História de Amor (1990), o EP União...& Okupação (1992) e o LP homónimo (1994), antes de se separarem em 1995, após percorrerem o país e passarem também por Espanha.
Play Me

Quatro décadas depois de ter redefinido as fronteiras entre arte e ruído, Kim Gordon regressa com Play Me, o terceiro álbum a solo, editado a 13 de março pela Matador Records. O disco apresenta-se como “mais direto e concentrado, ampliando a paleta sonora com batidas melódicas e pulsação krautrock”, numa colaboração renovada com o produtor Justin Raisen. Antecipado pelo single “NOT TODAY”, acompanhado por uma curta-metragem realizada por Kate Mulleavy e Laura Mulleavy, o álbum reforça uma identidade artística que continua a desafiar convenções. Disponível a partir de 13 de março.
Vários

Catorze sonetos de Florbela Espanca ganham nova vida em Florbela, um disco que reúne algumas das vozes mais marcantes da música portuguesa contemporânea. De IOLANDA a Os Quatro e Meia, passando por D.A.M.A., Luís Trigacheiro ou Marisa Liz, o álbum cruza géneros e sensibilidades para sublinhar a atualidade da poeta. Mais do que homenagem, afirma a versatilidade de uma obra que atravessa gerações e encontra na canção um novo espaço de respiração. Disponível a partir de 20 de março.

No quarto álbum de estúdio, Whatever’s Clever!, Charlie Puth apresenta aquele que descreve como o seu trabalho mais “corajoso, ousado e honesto”. Com influências sonoras dos anos 80 e antecipado pelo single “Changes”, o disco assinala uma fase de maturidade artística, combinando produção sofisticada e uma narrativa pessoal e introspectiva. Ao lado dos co-produtores BloodPop e Jimmy Jam, constrói um dos lançamentos pop-rock mais aguardados do ano. Disponível a partir de 27 de março.

O regresso ao formato de longa duração acontece oito anos depois de Entretenimento? (2018). Em Quinta-Essência – 75/25, Carlão revisita diferentes etapas da sua vida e carreira, num disco escrito no ano em que completou 50 anos. Com produção de nomes como Branko, Stereossauro e DJ Ride, o álbum assume-se como retrospetiva sonora e pessoal. Carlão assina todas as letras, numa escrita de reflexão e crítica social que reafirma a ligação às raízes africanas e foi pensada como obra para escuta contínua. Disponível a partir de 27 de março.