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Toma Nota | “A Gaivota” de Diogo Infante e muita música para ouvir e ver
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Estão abertas as candidaturas ao Prémio Literário José Saramago


 

A 14.ª edição do Prémio Literário José Saramago volta a distinguir, este ano, uma obra de ficção inédita de um autor ou autora da lusofonia com idade até aos 40 anos. Criado em 1999 pela Fundação Círculo de Leitores, em homenagem ao Nobel da Literatura de 1998, o prémio tem periodicidade bienal e assume-se como um dos mais relevantes instrumentos de promoção da criação literária em língua portuguesa, valorizando novas vozes e reforçando a defesa da língua “a partir de dentro”, como sublinhava o próprio José Saramago.

 

As inscrições decorrem até 15 de maio de 2026, estando o regulamento completo disponível no site oficial do prémio. Ao longo das suas edições, o Prémio Literário José Saramago distinguiu autores que se afirmaram no panorama literário português e lusófono, como José Luís Peixoto, Gonçalo M. Tavares, Valter Hugo Mãe, Bruno Vieira Amaral, João Tordo, Ondjaki e Adriana Lisboa, consolidando-se como um espaço de revelação e consagração literária.

 

A obra vencedora desta edição será publicada em Portugal pelo Grupo Porto Editora e no Brasil pelo Grupo Editorial Record, garantindo uma ampla distribuição nos países da lusofonia e reforçando a projeção internacional do prémio. O júri será presidido por Guilhermina Gomes e integra representantes do meio académico, editorial e institucional, contando ainda com Lídia Jorge como membro honorário.

 

O prémio monetário atribuído ao vencedor é de 40 mil euros, sendo o anúncio do livro distinguido previsto para o último trimestre de 2026. Na edição anterior, realizada em 2024, o galardão foi atribuído a Morramos ao menos no porto, de Francisco Mota Saraivarecorda aqui a entrevista do autor à CULTURA FNAC.

 


“A Gaivota”, um clássico de Anton Tchékhov por Diogo Infante


 

Diogo Infante encena A Gaivota, de Anton Tchékhov, numa versão atualizada que preserva a estrutura e os grandes temas do texto original, sublinhando os conflitos entre criação artística, ambição e reconhecimento. A ação decorre numa propriedade rural isolada, espaço onde se cruzam relações pessoais e disputas criativas, e centra-se nas tensões entre Irina Arkadina, Trigorin, Constantino Treplev e Nina Zarechnaya.

 

Depois de, em 1992, ter interpretado o papel de Nina na celebrada produção do Teatro da Graça, Alexandra Lencastre dá agora corpo e voz a Irina Arkadina.

 

O espetáculo sobe ao palco do Teatro da Trindade entre 29 de janeiro e 5 de abril, com sessões de quarta a sábado às 21h00 e aos domingos às 16h30. Com duração aproximada de duas horas, classificação etária M/12 e preços entre 10 e 22 euros.

 



Já são conhecidas todas as canções do Festival da Canção 2026

 


Já são conhecidas as 16 canções a concurso no Festival da Canção 2026. A edição deste ano decorre fora dos estúdios da RTP, tendo como novo palco os históricos estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, uma mudança que a organização destaca pela maior capacidade e renovação do formato.

 

O festival mantém o modelo de duas semifinais e uma final: a primeira semifinal acontece a 21 de fevereiro, a segunda a 28 de fevereiro, e a Grande Final está marcada para 7 de março. Em cada semifinal competem oito canções, sendo apuradas cinco para a final. Entre as novidades desta edição está a introdução do voto online, disponível pela primeira vez, com o mesmo peso do voto telefónico.

 

As 16 canções, assinadas por autores convidados e por autores selecionados via submissão, refletem uma forte diversidade artística e geracional.

 

À margem da competição, a edição de 2026 fica também marcada pela posição pública de 11 dos 16 participantes, que afirmaram que não representarão Portugal na Eurovisão caso vençam, mantendo o boicote à participação de Israel. Ainda assim, a RTP reiterou que Portugal estará presente no Festival Eurovisão da Canção, que se realiza em maio, em Viena.

 

Primeira semifinal (21 de fevereiro): Onde Quero Estar, Agridoce; Dá-me a Tua Mão, André Amaro; Nos Teus Olhos, Bateu Matou; Jurei, Dinis Mota; Pertencer, Djodje; Sprint, Evaya; Chuva, Marquise; Fumo, Nunca Mates o Mandarim.

 

Segunda semifinal (28 de fevereiro): Rosa, Bandidos do Cante; Canção do Querer, João Ribeiro; Copiloto, Francisco Fontes; Doce Ilusão, Gonçalo Gomes; O Filme ao Contrário, Inês Sousa; O-pi-ni-ão, Jacaréu; Não Tem Fim, Silvana Peres; Disposto a Tudo, Sandrino.

 

Podes ouvir todos os temas no site que a RTP dedica ao Festival.

 



Underdogs, em Lisboa, recebe exposição de Dino D’Santiago

 


Dino D'Santiago apresenta Portal do Retorno, a sua primeira exposição a solo e a estreia na Galeria Underdogs, em Lisboa. De autoria integral do artista, a mostra nasce de um processo de expansão artística para além da música e propõe um espaço de memória, escuta e reconhecimento, inspirado na história do tráfico transatlântico de pessoas africanas.

 

Criada no contexto dos 50 anos de independência de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, a exposição reúne 31 obras únicas em papel e cartão colorido com tinta-da-china.

 

Entre os trabalhos destaca-se um mural concebido especificamente para uma das salas da galeria, realizado em cinco horas, assim como quatro autorretratos do artista. Ao longo da visita, a música de Dino D’Santiago funciona como banda sonora, reforçando a dimensão sensorial da exposição, que o próprio descreve como um “movimento inverso” e um ato de desobediência à cronologia da dor.

 

Portal do Retorno pode ser visitada de 23 de janeiro a 28 de março, de terça a sábado, das 14h00 às 19h00, na Galeria Underdogs (Rua Fernando Palha, Marvila). Entrada livre.

 



Rui Reininho, David Bruno e uma “telenovela musical noir”

 


Há quanto tempo não vês uma telenovela? Sangue e Mármore estreia a 12 de fevereiro na RTP Play. Definida como uma “telenovela musical noir”, a série adapta o álbum homónimo de David Bruno, editado em 2022, que aqui assina o argumento e assume o papel de narrador.

 

Com cinco episódios, a história parte do assassinato de Mário Sequeira, um marmorista de Vilar do Paraíso encontrado morto junto ao Jardim Zoológico de Santo Inácio. A investigação é conduzida por Guedes, um detetive privado, num enredo que cruza crime, música e referências à portugalidade contemporânea.

 

A grande novidade do elenco é Rui Reininho, que interpreta o próprio Mário Sequeira, personagem central da narrativa e figura já presente no disco original. Bárbara Magal, João Delgado Lourenço e Jorge Paupério completam o elenco.

 

Filmada em Vila Nova de Gaia, a série tem realização de Francisco Lobo, colaborador habitual de David Bruno, responsável também pelos videoclipes de Mesa Para Dois no Carpa e Inatel.

 

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